Vacinação
A vacinação é uma das medidas mais importantes de prevenção contra doenças.
É muito melhor e mais fácil prevenir uma doença do que tratá-la, e é isso que as vacinas fazem. Elas protegem o corpo humano contra os vírus e bactérias que provocam vários tipos de doenças graves, que podem afetar seriamente a saúde das pessoas e inclusive levá-las à morte.
A vacinação não apenas protege aqueles que recebem a vacina, mas também ajuda a comunidade como um todo. Quanto mais pessoas de uma comunidade ficarem protegidas, menor é a chance de qualquer uma delas – vacinada ou não – ficar doente.
Além disso, algumas doenças preveníveis por vacina podem ser erradicadas por completo, não causando mais doença em nenhum local do mundo. Até hoje, a varíola é a única já erradicada mundialmente. O último registro da doença no mundo é de 1977.


Outra doença que está em processo de erradicação é a poliomielite (paralisia infantil). No continente americano, não há casos dessa doença desde 1991. No entanto, ainda existem casos de poliomielite em outros lugares do mundo como Índia, Paquistão, Afeganistão, Nigéria, Niger, Egito e Gana – países da África e
Ásia. Assim, o vírus da doença pode ser trazido para o Brasil por pessoas vindas desses locais, uma vez que turistas, comerciantes e profissionais em geral viajam muito entre os já citados continentes e o Brasil. É por isso que ainda é muito importante que todas as crianças sejam vacinadas contra a doença, segundo o
calendário de vacinação e durante as campanhas nacionais contra a poliomielite.

No Brasil, o Ministério da Saúde oferece gratuitamente um grande número de vacinas contra diversas doenças graves. Todos devem estar atentos ao calendário básico de vacinação, devem levar seus filhos e estimular os parentes a irem aos postos de saúde para serem vacinados nas idades recomendadas.
É importante destacar que as vacinas não são necessárias apenas na infância.

Os idosos precisam se proteger contra gripe, pneumonia e tétano, e as mulheres
em idade fértil devem tomar vacinas contra rubéola e tétano, que, se ocorrerem enquanto elas estiverem grávidas (rubéola) ou logo após o parto (tétano), podem causar doenças graves ou até a morte de seus bebês. Os profissionais de saúde, as pessoas que viajam muito e outros grupos de pessoas, com características
específicas, também têm recomendações para tomarem certas vacinas.

 

O que são as vacinas?

A vacina estimula o corpo a se defender contra os organismos (vírus e bactérias) que provocam doenças.
As primeiras vacinas foram descobertas há mais de duzentos anos. Atualmente, técnicas modernas são utilizadas para preparar as vacinas em laboratórios. As vacinas podem ser produzidas a partir de organismos enfraquecidos, mortos ou alguns de seus derivados.
As vacinas podem ser aplicadas por meio de injeção ou por via oral (pela boca). Quando a pessoa é vacinada, seu corpo detecta a substância da vacina e produz uma defesa, os anticorpos. Esses anticorpos permanecem no organismo e evitam que a doença ocorra no futuro. Isso se chama imunidade.

 

As vacinas provocam reações?

Após receberem as vacinas, as pessoas podem sentir algumas reações que são esperadas como febre, cansaço, dor e vermelhidão local. Isto ocorre pois a vacina está estimulando a produção dos anticorpos e a defesa do nosso organismo.
Estas reações são geralmente transitórias e não fazem mal, apesar de serem incômodas.

Não se deixe enganar!
A crença popular leva muita gente a acreditar que a vacina não pode ser tomada em algumas situações, o que é falso falso. As vacinas podem e devem ser tomadas mesmo quando a pessoa (criança, adolescente, adulto ou idoso) estiver:

• com febre baixa;
• desnutrida;
• com doenças comuns, como resfriados ou outras infecções
respiratórias com tosse e coriza;
• com diarréia leve ou moderada;
• com doenças de pele;
• tomando antibióticos;
• com baixo peso ao nascer ou se for prematura;
• internada num hospital.

 

Vacinas para:

    

 


 



 
 
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